quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Amora Silvestre

As Amoras são frutos agregados, ou seja, são formados pela agregação de vários frutos menores denominados mini-drupa ou drupete. A maioria das espécies conhecidas pertence ao gênero Rubus (frutos mais arredondados) e Morus  (frutos um pouco mais alongados) sendo encontrados principalmente em regiões temperadas do hemisfério Norte e América do Sul. Existem vários tipos de amoras que diferem na coloração. Podem ser vermelhas, brancas e negras, e seu tamanho é pequeno, medindo entre 1 a 3 centímetros, dependendo da espécie. São uma boa fonte de ferro e vitamina C e na maioria das vezes consumidas in natura, em conserva, compotas, geléias, tortas, vinhos, entre outros.
Amora
Amora
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Rosales
Família: Rosaceae
Gênero: Rubus
Espécies: Rubus ursinus, Rubus argutus,Rubus fruticosus (amora comum)
Acredita-se que as amoras são nativas da Ásia, Europa, América do Norte e do Sul. No entanto, as amoras são cultivadas em regiões específicas, em grande parte proveniente de espécies nativas da região. Foram e ainda são utilizadas com propósitos medicinais. Nas amoras contém grandes quantidades de antocianinas, que são encontradas no pigmento que dá os frutos suas cores. Antocianinas são poderosos antioxidantes que ajudam a reverter os danos celulares causados pelos radicais livres, e são úteis na prevenção de doenças cardíacas, câncer e derrames. Além disso, as antocianinas encontradas não somente nas amoras, como em várias frutas, podem ser utilizadas na indústria alimentícia como corante natural.
Por ser uma fruta rica em cálcio, a amora é muito eficaz no combatea osteoporose. As folhas da amoreira são usadas para fazer chá, muito útil no tratamento de diarréias, inflamações da boca e garganta. Também com o uso do chá de amora, pode-se reduzir os níveis de açúcar no sangue, o que é muito bom para diabéticos.
Uma das espécies mais comum é a amora preta, que é arredondada, inicialmente vermelha e depois preta, quando bem madura. É uma fruta muito nutritiva e tem apenas 52 calorias em 100 gramas. Cerca de 80% de sua composição é de água e contém boas quantidades de fibras (entre 3,5 e 4,7%). A amoreira preta é um arbusto que pode atingir 2 metros de altura e seu caule é flexível, geralmente coberto por espinhos. As flores são rosadas ou brancas. As raízes são permanentes e delas formam as brotações que se desenvolvem, florescem e frutificam nos ramos.
Amora Branca (Morus alba) (Foto: Edilson Giacon - http://picasaweb.google.com/Edilson.Giacon)
A amoreira branca (Morus alba), é cultivada para a criação de bicho da seda, que se alimenta exclusivamente de suas folhas, que também são cortadas para alimentar animais(bovinos, caprinos, etc.) em áreas onde as estações secas restringem a disponibilidade de vegetação rasteira.  Os frutos também são consumidos, geralmente secos ou transformados em vinho.
A amora silvestre, também chamada de amora ártica é um fruto de uma longa tradição na Finlândia, onde são tradicionalmente consumidos juntamente com um queijo local chamado “Leipäjuusto”. A planta da amora silvestre, com suas flores e frutos, aparecem nas moedas de dois euros deste país.


Amora silvestre crua
Quantidade1 xícara
Água (%)86
Calorias75
Proteína (g)1
Gordura (g)1
Ácido Graxo Saturado (g)0,2
Ácido Graxo Monoinsaturado (g)0,1
Ácido Graxo Poliinsaturado (g)0,1
Colesterol (mg)0
Carboidrato (g)18
Cálcio (mg)46
Fósforo (mg)30
Ferro (mg)0,8
Potássio (mg)282
Sódio (mg)Traços
Vitamina A (UI)240
Vitamina A (Retinol Equivalente)24
Tiamina (mg)0,04
Riboflavina (mg)0,06
Niacina (mg)0,6
Ácido Ascórbico (mg)30

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Mangaba


Mangaba

Mangaba.png
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Gentianales
Família: Apocynaceae
Género: Hancornia
Espécie: H. speciosa
Nome binomial
Hancornia speciosa
Gomes


A mangabeira, Hancornia speciosa Gomes, é uma planta nativa do Brasil. Seu nome é de origem indígena e em tupi-guarani significa ‘‘fruta boa de comer’’. É encontrada espontaneamente nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Planta típica da faixa litorânea nordestina, vem sendo drasticamente reduzida junto à vegetação nativa, devido ao desmatamento para o cultivo de monoculturas, principalmente coqueiro, cana-de-açúcar e pastagens. É um fruto ainda pouco estudado, considerando que se trata de uma cultura ainda em fase de domesticação.
A extração das sementes pode ser manual ou mecânica, desde que sejam utilizados frutos sadios e maduros, colhidos logo depois da sua queda ao chão. Nas indústrias de polpa, a mangaba é uma das mais vendidas e juntamente com o cajá e a graviola, impulsionam a venda dos demais sabores.
Para não deixar faltar esse precioso produto na entressafra, há indústrias que possuem câmaras frias exclusivamente para o armazenamento da mangaba. A mesma medida é verificada nas sorveterias e lanchonetes, onde o sorvete e o suco desta fruta são bem consumidos.
Esta fruta dificilmente conhece períodos de baixa e o seu preço, ao longo de anos, tem se mantido estável e em um patamar bastante satisfatório. Há anos o preço com relação ao produtor tem se mantido em torno de R$ 1,00 o quilo, na safra, chegando a R$ 2,00 o quilo, na entressafra, sendo, portanto, um produto rentável.
Os frutos dessa espécie são do tipo baga, de tamanho, formato e cores variados, normalmente, elipsoidais ou arredondados, amarelados ou esverdeados, com pigmentação vermelha ou sem pigmentação, polpa amarela adocicada, rica em vitaminas, exemplo da vitamina C, ferro, fósforo, cálcio e proteínas, de sabor adocicado e saboroso. Suas sementes são achatadas e discóides, com coloração castanho-clara.
Em dias de calor, saborear o suco do fruto é uma boa pedida, pois a mangaba é refrescante e ameniza os efeitos da alta temperatura. Mas não é só o suco que possui admiradores. Os doces e as sobremesas também enchem a boca d’agua daqueles que apreciam a mangaba.

 Vitaminas:
Vitamina A
Vitamina B1
Vitamina B2
Vitamina C

(mg)
(mg)
(mg)
(mg)

30,00
40,00
40,00
33,00
 


Composição química:

 Energia (kcal)
 Proteina (g)
Lipídio  (g)
Carboidrato (g) 
Fibra (g) 
Cálcio ( mg)
Zinco (mg)  
Ferro (mg)  
 66,21
 1,20
2,37 
10,02 
3,40 
35 
0,78 
0,88 

Umbu

 
                           Umbu
Como ler uma caixa taxonómicaSpondias tuberosa
Umbu, fruto da Spondias tuberosa
Umbu, fruto da Spondias tuberosa
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Sapindales
Família: Anacardiaceae
Género: Spondias
Espécie: S. tuberosa
Nome binomial
Spondias tuberosa
Arr. Cam.
O umbu ou imbu é o fruto do umbuzeiro ou imbuzeiro. Árvore com até 6 m de altura de copa ampla, com diâmetro de até 15 metros.

Esta árvore tem um sistema especial de raízes, onde se encontra o cheropódio, que formam grandes tubérculos capazes de armazenar até 2.000 litros de água e outras substâncias ricas do solo, durante a estação das chuvas, de modo que pode resistir a longos períodos de seca. Pode viver para mais de 100 anos.

A resistência à seca é a principal característica do umbuzeiro.

As frutas da árvore são redondas e de tamanhos variados (de 2 a 6 cm), têm casca verde ou amarela, é macia e tem polpa suculenta, aromática e agridoce.

Para o plantio do umbuzeiro o ideal é por enxertia, mas pode ser feita através de sementes, ou de estacas.

Prefere solos arenosos e silico-argilosos, bem drenados, profundos e não úmidos. O plantio definitivo é feito quando as mudas tiverem entre 25 a 30 cm de altura.

O espaçamento para plantio definitivo sugerido é 15 x 15m em solos férteis, com covas 40 x 40 x 40cm adubadas organicamente 30 dias antes.
Adubação de cobertura após 30 dias do plantio.

A colheita dos frutos geralmente ocorre após 8 anos do plantio. O fruto cai no chão espontaneamente sem se danificar.

A raiz também é comestível, suculenta, de sabor doce, agradável. Também é conhecida pelos nomes de batata-do-umbu, cafofa e cunca.

As propriedades encontradas na água das batatas são usadas para a medicina caseira, como vermífugo e antidiarréica. Ainda, da raiz seca, extrai-se farinha comestível.

A polpa do umbu, quase líquida, é utilizada na fabricação de sucos, sorvetes, doces, geléias e dezenas de outros produtos. Sua casca, folhas e raizes também são aproveitadas. 
 Tabela Nutricional:
Quantidade 100 gramas
Água (%) 89,3
Calorias (Kcal) 37
Proteína (g) 0,8
Carboidratos(g) 9,4
Fibra Alimentar (g) 2,0
Colesterol (mg) n/a
Lipídios (g) traços
Ácido Graxo Saturado (g) n/a
Ácido Graxo Mono insaturado (g) n/a
Ácido Graxo Poli insaturado (g) n/a
Cálcio (mg) 12
Fósforo (mg) 13
Ferro (mg) 0,1
Potássio (mg) 152
Sódio (mg) traços
Vitamina B1 (mg) 0,05
Vitamina b2 (mg) 0,06
Vitamina B6 (mg) 0,03
Vitamina B3 (mg) traços
Vitamina C (mg)          24,1
 Vitaminas:
vitaminas A, C e B1, B2, B6, B3
Composição química: 
100 gramas de polpa do fruto contém:
44 calorias 0,6 g de proteína
20 mg de cálcio, 14 mg de fósforo
2 mg de ferro 30 mg de vitamina A
33 mg de vitamina C 0,04 mg de vitamina B1
 

Amora

 

Amora
Amora
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Rosales
Família: Rosaceae
Gênero: Rubus
Espécies: Rubus ursinus, Rubus argutus, Rubus fruticosus (amora comum)

USO MEDICINAL : 
É depurativa do sangue, anti-séptico, vermífugo, digestivo, calmante, purgante, refrescante, adstringente, etc...
É muito recomendável aos que tem o organismo saturado de ácidos, como os que sofrem de reumatismo, gota, artrite, etc...
Para combater a prisão de ventre, comem-se um prato de amoras. em jejum, de manhã, e toma-se suco de amoras diluído em água morna.
O suco de amora, quente, adoçado com mel, toma-se com bons  resultados em casos  de afecções da garganta, amidalite, rouquidão, inflamação das cordas vocais, afecção das gengivas, afecção da língua, aftas, etc...
O suco de amoras pretas dá um xarope magnífico para a diarréia e a desenteria, e muito bom para combater a tosse. tratando-se de lactentes, pode-se com esse xarope adoçar-lhes a mamadeira, em caso de tosse.
Esse mesmo xarope tem ação energética como desinflamante, empregando-se, com bons resultados em gargarejos, contra as afecções da garganta.
Em casos de febre, usa-se u suco de amoras, diluído em água, como refrescante.
As flores frescas são diuréticas e muito úteis nas afecções das vias urinárias. Prepara-se, por infusão, um chá adoçado com mel.
A casca do tronco, em infusão, dá um chá que se toma em caso de dores dos ossos em ligação com inflamações. Esse mesmo chá dá bons resultados no tratamento da diabete, e seu efeito  é maior se se lhe agrega suco de alho e cebola.
A casca da raiz é empregada para expulsar vermes intestinais, inclusive a solitária. Usá-se também  para combater as afecções bronquiais, especialmente a tosse, as afecções hepáticas, a pleurisia, os tumores, é outrossim, diurético e purgante. Prepara-se um chá por infusão.

Composição química:
Calorias 43 kcal
Proteína 1,39 g
Carboidrato 9,6 g
Fibras 5,3 g
Cálcio 30 g
Magnésio 20 mg
Manganês 0,64 mg
Fósforo 22 mg
Ferro 0,32 mg
Potássio 162 mg
Cobre 0,16 mg
Vitamina C 21 mg

Tabela Nutricional:

Amora
Quantidade 1 xícara
Água (%) 86
Calorias 75
Proteína (g) 1
Gordura (g) 1
Ácido Graxo Saturado (g) 0,2
Ácido Graxo Monoinsaturado (g) 0,1
Ácido Graxo Poliinsaturado (g) 0,1
Colesterol (mg) 0
Carboidrato (g) 18
Cálcio (mg) 46
Fósforo (mg) 30
Ferro (mg) 0,8
Potássio (mg) 282
Sódio (mg) Traços
Vitamina A (UI) 240
Vitamina A (Retinol Equivalente) 24
Tiamina (mg) 0,04
Riboflavina (mg) 0,06
Niacina (mg) 0,6
Ácido Ascórbico (mg) 3

 Vitaminas:
A amora é rica em vitaminas A, B e C e contém ácido cítrico.

Pêssego


Pêssego


Pêssego

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Orden: Rosales
Família: Rosaceae
Gênero: Prunus
Espécie: P. persicas




O pêssego (Prunus persica batsch) é uma fruta originária da China que se difundiu por todo o mundo, sendo hoje a oitava fruta mais produzida no planeta. No ranking mundial, o Brasil ocupa o 13º lugar, sendo a China o país que mais produz essa fruta.
Fruto de pele aveludada, cuja cor varia do branco ao amarelo e vermelho, o pêssego possui polpa suculenta e sabor doce, com aroma característico. O fruto pode ser divido em dois grupos: polpa branca e polpa amarela, cada um com as variedades de ’caroço solto’ e ’caroço aderente’. O primeiro é mais consumido na forma in natura, enquanto o segundo é mais indicado para a produção de compota e calda.
Além de ser uma fruta pouco calórica quando comparada a algumas outras frutas, o pêssego apresenta consideráveis valores nutricionais de Vitaminas A e B12, evitando problemas de pele, protegendo o organismo contra infecções e auxiliando na formação das células do sangue, além de contribuir com o bom funcionamento do intestino pela presença de fibras em sua composição.
 O pêssego é uma fruta muito apreciada, tanto para o consumo in natura quanto para a fabricação de geléias, doces e compotas. Também é muito consumido na forma de suco e pode ser usado como ingrediente de outras bebidas.
A frutificação do pêssego ocorre nos meses de setembro a fevereiro. Ao comprá-lo, é  importante analisar se a casca está firme e sem marcas de insetos. Para melhor conservação do fruto, é indicado armazená-lo na geladeira.

Vitaminas:
Além das vitaminas C e A, o pêssego também apresenta vitaminas do Complexo B (B1, B2, B3,B5, B6, B9 e B12), além das vitaminas K e E. 


Tabela Nutricional:

Pêssego
Quantidade 1 pêssego
Água (%) 88
Calorias 35
Proteína (g) 1
Gordura (g) Traços
Ácido Graxo Saturado (g) Traços
Ácido Graxo Monoinsaturado (g) Traços
Ácido Graxo Poliinsaturado (g) Traços
Colesterol (mg) 0
Carboidrato (g) 10
Cálcio (mg) 4
Fósforo (mg) 10
Ferro (mg) 0,1
Potássio (mg) 171
Sódio (mg) Traços
Vitamina A (UI) 470
Vitamina A (Retinol Equivalente) 47
Tiamina (mg) 0,01
Riboflavina (mg) 0,04
Niacina (mg) 0,9
Ácido Ascórbico (mg) 6

Composição química:

 Quantidade
 Energia (kcal)
 Proteína (g)
Lipídios (g) 
Carboidratos (g)  
Fibra alimentar (g)
 100 g
 36
0,8 
Traços 
9,3 
 1,4
 1 unidade média (60 g)
 21,6
0,48 
Traços 
5,58 
0,84 

Tangerina


  

Como ler uma caixa taxonómicaTangerina
Citrus reticulata
Citrus reticulata
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Sapindales
Família: Rutaceae
Género: Citrus
Espécie: C. reticulata
Nome binomial
Citrus reticulata
Blanco

A tangerina é uma fruta muito suculenta, além de bastante nutritiva e com várias qualidades terapêuticas. Os frutos desse gênero (ou similares) são conhecidos no sul por bergamota, no centro-oeste e sudeste por mexerica e, em alguns lugares do nordeste e norte, por tanja. Outras deominações encontradas também são mandarina, mimosa e poncã.
Originária da China, espalhou-se pelo Japão, Coréia, Europa e, mais tarde, na América do Sul, chegando até a nossa mesa.
A fruta é uma boa fonte de vitamina C. Segundo estudos feitos no Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, a alta ingestão dessa vitamina pode combater câncer de cólon e reto. Entre os minerais mais importantes estão o potássio, o cálcio, o magnésio, o enxofre e o fósforo. O potássio é necessário para manter a atividade cardíaca; o cálcio ajuda no combate à osteoporose; o magnésio protege o revestimento arterial do stress; o enxofre depura o sangue, retarda o envelhecimento e aumenta a expectativa de vida; o fósforo estimula o crescimento celular e ameniza sintomas de cansaço e fadiga.
A tangerina contém boa quantidade de fibras e pectina. As fibras auxiliam na motilidade intestinal, reduzindo assim quadros de prisão de ventre. A pectina auxilia no controle das taxas de glicose sanguínea, ajuda a diminuir os cálculos biliares e o colesterol, reduzindo assim os riscos de doenças cardíacas. Contém também os flavonóides, que são poderosas armas contra o infarto, têm a capacidade de inibir o crescimento de células cancerosas, principalmente nos pulmões e na próstata, além de favorecer a absorção da vitamina C, melhorar a secreção dos secreções intestinais e o movimento peristáltico (movimento que empurra o alimento ao longo do trato gastrointestinal, para que ocorra sua digestão). Contém também ácido fórmico, substância que tem ação sobre inflamações.
Além de sua forma natural, a tangerina pode ser consumida em mousses, geléias,  saladas, bolos,  doces, sucos, pudins, molhos e outros.
  Vitaminas:
A, C e complexo B.

Tabela Nutricional:
Tangerina
Quantidade 1 tangerina
Água (%) 88
Calorias 35
Proteína (g) 1
Gordura (g) Traços
Ácido Graxo Saturado (g) Traços
Ácido Graxo Monoinsaturado (g) Traços
Ácido Graxo Poliinsaturado (g) Traços
Colesterol (mg) 0
Carboidrato (g) 9
Cálcio (mg) 12
Fósforo (mg) 8
Ferro (mg) 0,1
Potássio (mg) 132
Sódio (mg) 1
Vitamina A (UI) 770
Vitamina A (Retinol Equivalente) 77
Tiamina (mg) 0,09
Riboflavina (mg) 0,02
Niacina (mg) 0,1
Ácido Ascórbico (mg) 26

Composição química por 100g (1 unidade média):
 Energia
 Ptn
 Lip
 Carb
Fibra 
 Cálcio
 Magnésio
 Fósforo
 Ferro
 Potássio
Vit. B1  
 Vit. B2 
 Vit. C
 Kcal
 g
g 
g 
g 
 mg
mg 
mg 
mg 
mg 
mg 
mg 
mg 
 38
0,8 
0,1 
9,6 
0,9 
13 
8 
12 
0,1 
131 
0,06 
0,02 
48,8 

Ameixa

ameixa é originaria da Pérsia e da Ásia. É um alimento muito nutritivo e saboroso. É um alimento que, por suas propriedades laxativas e muito utilizado por quem tem intestinos preguiçosos. Por ser rica em magnésio,sódio e potássio a ameixa é também laxativa e é utilizada contra a prisão de ventre. Tem elevada percentagem de hidratos de carbono é recomendado para os praticantes de esportes e trabalhadores. Também possui uma boa porção de fosforo devendo ser utilizado por estudantes e intelectuais.
                                                                         Ameixa

Ameixeira
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Classificação científica
Reino: Plantae
Clado: angiospérmicas
Clado: eudicotiledóneas
Clado: rosídeas
Ordem: Rosales
Família: Rosaceae
Género: Prunus
Subgénero: Prunus
Espécies
100 a 150 spp.
COMPOSIÇÃO QUÍMICA:  
Calorias, água, hidratos de carbono, proteínas, gorduras, sais, vitamina A,B1,B2,B5,C, potássio, fósforo, cálcio,sódio, magnésio, silício, ferro.

USO MEDICINAL:
 Graças ao seu conteúdo em magnésio, sódio e potássio, a ameixa é laxativa, recomendando-se contra a prisão de ventre obstinada.
Põem-se umas 15 ameixas de molho á noite, e , de manhã, comem-se as ameixas e bebe-se o caldo.
Esse mesmo caldo, misturado com suco de limão, encerra propiedades anafrodisíacas.
A ameixa fresca é eficaz contra as hemorróidas e a hipocondria. Diurética como é, recomenda-se contra  as afecções, de carater inflamatório, das vias urinárias.
É ainda, desobstruente do fígado, depurativa do sangue e desintoxicante do aparelho digestivo, pelo que se emprega com éxito nas afecções febris do estômago e do intestino.
Em caso de fraqueza geral e especialmente, quando há debilidade cerebral, a ameixa presta bons resultados, em virtude de sua elevada taxa de fósforo.
No tratamento das afecções das vias respiratórias ( anginas, catarros, etc,) a ameixa é muito útil.
A ameixa fresca é um bom remédio contra as  enfermidades causadas pelos ácidos, principalmente pelo ácido úrico, tais  como o reumatismo, a artrite, a gota, a arterioesclerose, a nefrite, etc.., ácidos esses originados por uma alimentação excessiva, á base  de proteínas.

Vitaminas: 
Do complexo B.

 Tabela Nutricional:

Ameixa
Quantidade 1 ameixa
Água (%) 85
Calorias 35
Proteína (g) 1
Gordura (g) Traços
Ácido Graxo Saturado (g) Traços
Ácido Graxo Monoinsaturado (g) 0,3
Ácido Graxo Poliinsaturado (g) 0,1
Colesterol (mg) 0
Carboidrato (g) 9
Cálcio (mg) 3
Fósforo (mg) 7
Ferro (mg) 0,1
Potássio (mg) 114
Sódio (mg) Traços
Vitamina A (UI) 210
Vitamina A (Retinol Equivalente) 21
Tiamina (mg) 0,03
Riboflavina (mg) 0,06
Niacina (mg) 0,3
Ácido Ascórbico (mg) 6